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Advogado de Direito Civil, Direito de Família e com o foco da pessoa
Deve-se ter o foco do Ser Humano, pois este é o destinatário final do Direito. Contato: e-mail - alandiasadv@gmail.com

Verificações

Alan Dias, Advogado
Alan Dias
OAB 16.042/BA VERIFICADO
O Jusbrasil confirmou que esta OAB é autêntica
PRO
Desde Abril de 2018

Principais áreas de atuação

Direito de Família, 35%

É o ramo do direito que contém normas jurídicas relacionadas com a estrutura, organização e prote...

Direito do Consumidor, 21%

É um ramo do direito que lida com conflitos de consumo e com a defesa dos direitos dos consumidor...

Direito Civil, 21%

É o principal ramo do direito privado. Trata-se do conjunto de normas (regras e princípios) que r...

Direito Administrativo, 21%

É um ramo autônomo do direito público interno que se concentra no estudo da Administração Pública...

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Comentários

(129)
Alan Dias, Advogado
Alan Dias
Comentário · mês passado
Colega Pedro.
No meu whatsapp, coloquei: “Somos ex-Romanos”. Ser Advogado (sempre coloco com A MAIÚSCULO) é ser um profissional que se adapta com o seu tempo, vivendo o agora que repercute no futuro. Quem vive de passado é museu! Não estou desrespeitando quem se ancorou no pretérito.
Pois bem... em tempos de comunidade virtual, ser Advogado é muito mais que ser o conhecedor da ciência do Direito, é ser o psicólogo da vida, o pedagogo do enfrentamento dos litígios, o padre, o pastor, o espírita, o pai e filho “emprestados”.
Hoje, o próprio sustento é mais difícil, considerando as influências de um Brasil com uma Política e economia inconstantes. NOVIDADE? Acredito que não.
Dizem que 60% das profissões, em 2023/2025, são, hoje, desconhecidas. Vixe... e a Advocacia??? - Não sei. Sei que estou tentando sempre reinventar, pois a minha atuação de hoje é diferente da que foi em 2014. Uma das minhas inovações é postar, no Jusbrasil, artigos jurídicos desde 2018.
Colega Pedro, gostei da comparação com um carro... Realmente, é fácil ter, logo o difícil é manter e evoluir.
Ontem recebi uma mensagem de uma ex-pretensa cliente informando que “descobriu” um advogado que “concede” orientação jurídica gratuita. Minha resposta: “Ok. Tranquilo”. Depois mandei a tabela da OAB. Respondi desta forma, pois foi a escolha dela, ou seja, elegeu um advogado pelo preço. Não quero cliente assim, visto que, além de não querer remunerar pelos meus serviços, atrapalha os demais clientes, considerando que teria que dedicar tempo, pesquisa e manter contatos sem a devida contraprestação. Ela será bem atendida? Será? Sempre me pergunto: Como um Colega, disponibilizando serviços gratuitos pode prestar um bom resultado, considerando que a sua atitude é contrária à própria sobrevivência, além de impossibilitar o custeio da compra de livros, da contratação de cursos etc?
Tempos difíceis, mas não impossíveis.
Gostei muito das suas ponderações. Um abraço GUERREIRO!

Recomendações

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Christina Morais, Advogado
Christina Morais
Comentário · há 23 dias
Texto maravilhoso. Desde priscas eras, quando ainda era estudante, eu observava os advogados de sucesso decanos na carreira. Lógico que eu observava, pois queria ser como eles um dia. Uma coisa que jamais me passou despercebido foi: todos, sem exceção, faziam dobradinha com um pupilo. Outro dia, li aqui um artigo onde o articulista orientava aos jovens advogados a lançar mão de mentoria. Pois bem. É por aí. Os jovens precisam de mentor, e os experientes precisam de sangue novo, novas ideais. A dupla funciona. Desde sempre. Sabe a tal "sorte de principiante"? Então... Não é só na advocacia que ela ocorre e tampouco é "sorte". Esse sucesso do iniciante se deve ao seu cuidado redobrado justamente pela consciência de que sua falta de experiência não pode atrapalhar seu início de carreira, afinal, como diz o ditado, só temos uma única chance de causar uma boa primeira impressão. A primeira causa é a chance única. Mesmo que vc tenha trinta anos de carreira e esteja atendendo pela primeira vez, um cliente específico. E é aí que a advocacia artesanal faz o impensável: ela reúne a experiência do decano ao zelo redobrado de um iniciante num único profissional. Quem não atua em massa, quase sempre está atuando como iniciante naquele tipo específico de causa. Mesmo que seja a segunda ou a terceira, nunca será a "centésima", como ocorre nos escritórios de advocacia de massa. Então eu diria que a dupla turbinada da advocacia é um advogado artesanal decano na carreira e bem sucedido, com seu jovem associado, cheio de gás, novas ideias e vontade de provar seu valor. Na minha época de faculdade, nove de cada dez escritórios de sucesso na minha cidade eram comandados por um advogado experiente e este sempre tinha um jovem iniciante como associado. Hoje em dia essa "raça" de advogados está cada vez mais rara. A maioria dos jovens, ou vão atuar em grandes escritórios de massa, ou se juntam aos seus pares e abrem juntos um escritório sem nenhuma mentoria de um advogado mais experiente. Uma lástima para a sociedade. Esse artigo é interessante porque aborda a importância dessa "receita da vovó", que como toda receita de vó, é imbatível!

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